domingo, 25 de outubro de 2009

Dia dos professores



Me atrasei um pouco, é verdade, mas não me esqueci, nem poderia.




Desde a mais tenra infância somos confiados a esses guerreiros, nossos heróis. São nossa maior e principal influência, nossos orientadores.
Por muitas vezes seus puxões de orelha nos magoaram, feriram, mas sempre essenciais para mostrar quando erramos.
É difícil acreditar que um dia vamos estar separados, que não poderemos mais contar com seus conselhos, suas opiniões (sempre certas), e toda sua boa vontade em nos ajudar (mesmo quando brincamos fora de hora). Realmente triste, mas só podemos agradecer, porque afinal de contas, vocês nos prepararam pra enfrentar esse mundo, INJUSTO, DESLEAL, que corrompe a tantos.
Muito obrigado por nos fazerem homens (e mulheres) melhores.
Sei que a vida passa rápido, muitos de vocês não estão tão perto quanto gostaria, mas saibam que nenhum de vocês não sai do meu coração.

MUITO OBRIGADO!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

REQUIEM ORQUIDAE

Oh doce lua, triste e fria
Em teus braços entrego minh'alma
Despida de esperança
Em serena serenata a serenar a cena:
A hora dessemelhante, ingênua, amena.
Um Ode ecoa à brisa
E brada
Pelas sete portas, sete sílabas: a vida
Não vive já.
És é e o será
Por toda a ...
Qual nada muita mágoa
Que se traça, traga e amarga à parva
À noite frígida, o eclipse oculto da orquídea.

sábado, 1 de agosto de 2009

Passagem

"Tempo, tempo, tempo...
Tritura as almas, destrói os sonhos,
E quando tudo passa, já não somos mais nem o que sobrou.
Maldito tempo, que apaga da memória as lembranças de amor.

Maldito tempo, que faz sucumbir ódio e rancor.
Maldito tempo, que nos aprisiona entre um futuro que nunca chega
E um passado que jamais voltou;
Num presente de lembranças frugais e projetos banais...

Tempo que atrapalha os amantes;
Separa os amigos;
Desfaz as familias;

Viola os pais;
Que desonra os filhos;
E continua passando por cima do que era antes."




Essa balada fala de um tempo a que não estudamos, maior que o tempo científico, mais importante que o tempo de vida; fala de um tempo que não estamos treinados a identificar, é o tempo do tempo.

Não podemos medi-lo em horas, minutos, segundos, ou qualquer outra grandeza física, porque esse tempo coexiste em si mesmo, ditando as próprias regras.Ele atua de dentro pra fora, nos levando a um estado de insipiência máxima e irreversível, nos faz ficar ocos.

domingo, 19 de julho de 2009

Quando sentires saudades de mim, olhe para o espelho. (crônicas)

- Seja franca, estou preparado!
- Não tenho o que dizer, sempre fui muito aberta contigo e esperava o mesmo de você. Quando lhe disse que não estávamos preparados para assumir um relacionamento, previa que isto aconteceria.
- Mas não foi intencional. Eu estava fora de mim. Quando vi, estava feito.
- Somente disse que era inevitável que um de nós cometesse esse erro.
Jamais lhe exigi fidelidade, pois é um valor que está falido...
- Já falamos sobre isso antes, e é o sentimento de união e completude entre nós, que me faz sentir mal.
Mal comigo mesmo. EU queria ser fiel, queria que você me completasse em tudo. Sabia que ia sentir atração por outras mulheres, mas queria superar o desejo. Não foi o fato que me machucou, mas a frustração das minhas espectativas.
Você me perdoa?
- Não tenho o que perdoar, você feriu a seu ego, não a mim!
Reflita sobre isso. Não foi o fim do mundo, nem será o fim do nosso noivado.
- Te amo.
- Também te amo. Amanhã quando eu chegar, falaremos sobre isso.
Tchau!
- Até amanhã!

- Alana, quem foi? Desligue esse telefone, que a reunião vai começar.
- Está bem, era meu noivo.

Alana se dirige à sala de reuniões pensando:
- O que será que ele diria se...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Felicidade


Se alguém me perguntar o que espero para o futuro, "nada" será a resposta, pois tudo o que eu posso esperar de bom já faz parte da minha vida!

sábado, 4 de julho de 2009

Vegetariano


Virei vegetariano!

Já faz algum tempo, é verdade, mas estou (ainda) me sentindo um pouco deslocado comigo mesmo. Sinto muito desejo de comer os cadaveres (quando vejo uma feijoada, então...), mas minha consciência resiste.

Aconteceu essa semana algo que me deixou um tanto pensativo:
Fui à casa de minha tia, e esqueci que a salsicha do cachorro quente é um animal (morto).
Antes de levarem-no para a mesa, eu lembrei. Ele foi feito somente por minha causa.
Jogá-lo fora, seria um atentado para com os cidadãos que estão com fome pelo mundo.


O que você faria???

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