
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Nas lágrimas carregadas de desespero e dor
Que a enchurrada leva encosta abaixo
Hoje sacias as sedes
De tuas raízes famintas
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Na angústia que atemoriza os fracos
Ante o fel que emana da pólis
(Putrefacto!) E infecta por inanição
Hoje sacias vossa vacuidade moral
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Nos meus lábios
Obtusos: Que hoje arrefecerão tua dor
Necrosos: Calarão teus gemidos
Até que cesses
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua SEDE
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Nas lágrimas carregadas de desespero e dor
Que a enchurrada leva encosta abaixo
Hoje sacias as sedes
De tuas raízes famintas
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Na angústia que atemoriza os fracos
Ante o fel que emana da pólis
(Putrefacto!) E infecta por inanição
Hoje sacias vossa vacuidade moral
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua sede
Nos meus lábios
Obtusos: Que hoje arrefecerão tua dor
Necrosos: Calarão teus gemidos
Até que cesses
Mandacaru que roga pela seca
E floresce com o riso
Que brota no arder do chão
Sacia hoje tua SEDE

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