quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Diz que você me ama, mesmo sem ter motivo.
Sem vergonha, sem medo, sem vício.
Com o coração vulnerável, meio sem sentido.
Diz que sou importante, não por ser melhor,
Só por existir, pra viver no seu mundo.
Pra estar com você, pra perder a cabeça.
Pra não olhar para trás,
Sem dor, sem solidão,
Só com você.
Com seus sonhos, com seus desejos;
Sem hora pra acabar,
Só um minuto pra pensar.
Sem compromisso, ou responsabilidade.
Sem desculpas,
No mundo, só nós dois.
Só para você.

domingo, 25 de outubro de 2009

Feriado do dia dos professores











não teve aula, neah...

aproveitei pra sair com Jéssica, fomos no Solar do Unhão, e no Centro Cultural Caixa Ecômica

o Solar é lindo, a primeira vez que eu e Jéu fomos, um clima fantástico, a brisa, o mar, lindo.

\Todos deveriam conhecer!!!

Dia dos professores



Me atrasei um pouco, é verdade, mas não me esqueci, nem poderia.




Desde a mais tenra infância somos confiados a esses guerreiros, nossos heróis. São nossa maior e principal influência, nossos orientadores.
Por muitas vezes seus puxões de orelha nos magoaram, feriram, mas sempre essenciais para mostrar quando erramos.
É difícil acreditar que um dia vamos estar separados, que não poderemos mais contar com seus conselhos, suas opiniões (sempre certas), e toda sua boa vontade em nos ajudar (mesmo quando brincamos fora de hora). Realmente triste, mas só podemos agradecer, porque afinal de contas, vocês nos prepararam pra enfrentar esse mundo, INJUSTO, DESLEAL, que corrompe a tantos.
Muito obrigado por nos fazerem homens (e mulheres) melhores.
Sei que a vida passa rápido, muitos de vocês não estão tão perto quanto gostaria, mas saibam que nenhum de vocês não sai do meu coração.

MUITO OBRIGADO!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

REQUIEM ORQUIDAE

Oh doce lua, triste e fria
Em teus braços entrego minh'alma
Despida de esperança
Em serena serenata a serenar a cena:
A hora dessemelhante, ingênua, amena.
Um Ode ecoa à brisa
E brada
Pelas sete portas, sete sílabas: a vida
Não vive já.
És é e o será
Por toda a ...
Qual nada muita mágoa
Que se traça, traga e amarga à parva
À noite frígida, o eclipse oculto da orquídea.

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