Ich vielleicht nie wissen gefallen du, oder verstehen du, oder sein mit du, oder sprechen mit du, aber alle bande zwischen wir wird weissglühen mein herzen.
Wenn wir nicht wurde so menschlichen............
Ich nicht leben ohne dich!
domingo, 26 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Coisas da vida
Composição: Alzira Espindola/Itamar Assumpção
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida,
Tem beijos de boas vindas,
Tem beijos de despedida.
Tem choro, coro, decoro,
Entrada não tem saída,
Tem forum,falta de coro,
Tem um toque de Midas.
Tem quem apronte um salseiro,
Tem gente muito querida,
Tem cara de pau de monte,Morte por uma dívida.
Tem tanta coisa pra ontem.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida,
Tem quem não tenha guarida nas vielas e avenidas.
Tem olho da rua, becos,
Tem ouro de tolo,um touro,
Tem vaca e mulher parida.
Tem gente que é só sucesso,
Como tem gente falida,
Tem gente que não tem berço,
Bandido, gente excluída.
Tem gente muito valente.
Tem gente só suicida.
E por ter gente demente,
Tem gente que é prevenida.
Tem coisa que segue em frente,
Tem coisa já falecida.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida
É o diabo a quatro querida.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida
É o diabo a quatro querida.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida,
Tem beijos de boas vindas,
Tem beijos de despedida.
Tem choro, coro, decoro,
Entrada não tem saída,
Tem forum,falta de coro,
Tem um toque de Midas.
Tem quem apronte um salseiro,
Tem gente muito querida,
Tem cara de pau de monte,Morte por uma dívida.
Tem tanta coisa pra ontem.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida,
Tem quem não tenha guarida nas vielas e avenidas.
Tem olho da rua, becos,
Tem ouro de tolo,um touro,
Tem vaca e mulher parida.
Tem gente que é só sucesso,
Como tem gente falida,
Tem gente que não tem berço,
Bandido, gente excluída.
Tem gente muito valente.
Tem gente só suicida.
E por ter gente demente,
Tem gente que é prevenida.
Tem coisa que segue em frente,
Tem coisa já falecida.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida
É o diabo a quatro querida.
Existem coisas na vida
Das quais até Deus duvida
É o diabo a quatro querida.
Canto em qualquer canto
Composição: Ná Ozzetti / Itamar Assumpção
Vim cantar sobre essa terra
Antes de mais nada, aviso:
Trago facão, paixão crua
E bons rock's no arquivo
Tem gente que pira e berra
Eu já canto, pio e silvo
Se fosse minha essa rua
O pé de Ipê estava vivo
Pro topo daquela serra
Vamos nós dois, vídeo e livros
Vou ficar na minha e sua
Isso é mais que bom motivo
Gorjearei pela terra
Para dar e ter alívio
Gorjeando eu fico nú
Entre o choro e o riso
Pintassilgo, pombo, melro
Águia lá do paraíso
Passarim, mundo da lua
Quando não trino, não sirvo
Caso a Bela com a Fera
Canto porque é preciso
Porque essa vida é árdua
Pra não perder o juízo
Vim cantar sobre essa terra
Antes de mais nada, aviso:
Trago facão, paixão crua
E bons rock's no arquivo
Tem gente que pira e berra
Eu já canto, pio e silvo
Se fosse minha essa rua
O pé de Ipê estava vivo
Pro topo daquela serra
Vamos nós dois, vídeo e livros
Vou ficar na minha e sua
Isso é mais que bom motivo
Gorjearei pela terra
Para dar e ter alívio
Gorjeando eu fico nú
Entre o choro e o riso
Pintassilgo, pombo, melro
Águia lá do paraíso
Passarim, mundo da lua
Quando não trino, não sirvo
Caso a Bela com a Fera
Canto porque é preciso
Porque essa vida é árdua
Pra não perder o juízo
quarta-feira, 22 de abril de 2009
As Aparências Enganam
Composição: Tunai e Sergio Natureza
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Poque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o coberto
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Poque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o coberto
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O respeito como deve ser
Que é respeito? Onde está o nosso respeito?
Me faço essa pergunta diversas vezes, pois é incompatível o conceito de respeito com aquilo que presenciamos no dia-a-dia.
As pessoas tomam o respeito por um sinal de superioridade. (Inconcebível)
Os jovens são constantemente perseguidos por essa "palavra" (pois seu significado já se perdeu), muitas vezes sem terem o direito de "saber".
(Descobri o motivo da tão estigmatizada rebeldia juvenil)
Querem que sejamos vis marionetes, à mercê dos mais velhos (especialmente os familiares). Quando há uma discussão em torno de qualquer assunto, vetam nosso direito de opinar (a coisa torna-se pior quando nossa opinião é adversa).
Temos o direito de pensar, a característica principal dos seres humanos é a sua capacidade de aprender. Somos confinados, a maior parte de nossas vidas, em instituições educacionais para desenvolvermo-nos intelectualmente, e quando queremos fazer uso desse conhecimento que adquirimos somos boicotados.
Todo ser humano é igual perante a lei de Deus (e a dos homens), mas a "coisa" funciona de outra forma.
O respeito só existe de verdade como um sentimento, e é assim que deve ser. Não são as atitudes que determinam o respeito, e sim a sua existência no íntimo de cada um.
A única coisa que queremos, nada mais é que ser respeitados.
Me faço essa pergunta diversas vezes, pois é incompatível o conceito de respeito com aquilo que presenciamos no dia-a-dia.
As pessoas tomam o respeito por um sinal de superioridade. (Inconcebível)
Os jovens são constantemente perseguidos por essa "palavra" (pois seu significado já se perdeu), muitas vezes sem terem o direito de "saber".
(Descobri o motivo da tão estigmatizada rebeldia juvenil)
Querem que sejamos vis marionetes, à mercê dos mais velhos (especialmente os familiares). Quando há uma discussão em torno de qualquer assunto, vetam nosso direito de opinar (a coisa torna-se pior quando nossa opinião é adversa).
Temos o direito de pensar, a característica principal dos seres humanos é a sua capacidade de aprender. Somos confinados, a maior parte de nossas vidas, em instituições educacionais para desenvolvermo-nos intelectualmente, e quando queremos fazer uso desse conhecimento que adquirimos somos boicotados.
Todo ser humano é igual perante a lei de Deus (e a dos homens), mas a "coisa" funciona de outra forma.
O respeito só existe de verdade como um sentimento, e é assim que deve ser. Não são as atitudes que determinam o respeito, e sim a sua existência no íntimo de cada um.
A única coisa que queremos, nada mais é que ser respeitados.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Os Viajantes e o Urso, por Esopo
Um dia dois viajantes deram de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia consguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingui-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.
Moral da história:
A desgraça põe à prova a sincaridade e a amizade
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.
Moral da história:
A desgraça põe à prova a sincaridade e a amizade
alegria para dar - Clarice Lispector
Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca,oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar. P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.
-Clarice Lispector
-Clarice Lispector
O amor romântico,por Fernando Pessoa
O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formamos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
-Fernando Pessoa
-Fernando Pessoa
terça-feira, 14 de abril de 2009
Insanidade Número 1
Deus há de me perdoar pela minha insanidade.
Não tenho culpa de ser sincero demais e falar o que penso.
Se todos sabem que a Terra está na iminência de se tornar inóspita à vida como conhecemos, por que não se faz efetivamente nada para reverter essa situação???
É muito bonito levantar a bandeira da sustentabilidade, defender a natureza e fazer campanha de preservação das matas, pois, na prática, são poucos os que realmente agem. Nós sabemos de "tudo" o que se passa com o planeta, temos conhecimento e capacidade de reagir, mas somos incapazes de fazer nossa parte.
A verdade é que nos acostumamos a ser acomodados e hipócritas. Temos um discurso lindo sobre o meio ambiente, mas não fazemos, mesmo individualmente, nada de relevante para prservá-lo. Simplesmente esperamos que "alguém" tome uma atitude, e salve o planeta.
Não tenho culpa de ser sincero demais e falar o que penso.
Se todos sabem que a Terra está na iminência de se tornar inóspita à vida como conhecemos, por que não se faz efetivamente nada para reverter essa situação???
É muito bonito levantar a bandeira da sustentabilidade, defender a natureza e fazer campanha de preservação das matas, pois, na prática, são poucos os que realmente agem. Nós sabemos de "tudo" o que se passa com o planeta, temos conhecimento e capacidade de reagir, mas somos incapazes de fazer nossa parte.
A verdade é que nos acostumamos a ser acomodados e hipócritas. Temos um discurso lindo sobre o meio ambiente, mas não fazemos, mesmo individualmente, nada de relevante para prservá-lo. Simplesmente esperamos que "alguém" tome uma atitude, e salve o planeta.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Une Charogne
"Rappelez-vous l'objet que nous vîmes, mon âme,
Ce beau matin d'été si doux:
Au détour d'un sentier une charogne infâme
Sur un lit semé de cailloux,
Les jambes en l'air, comme une femme lubrique,
Brûlante et suant les poisons,
Ouvrait d'une façon nonchalante et cynique
Son ventre plein d'exhalaisons.
Le soleil rayonnait sur cette pourriture,
Comme afin de la cuire à point,
Et de rendre au centuple à la grande Nature
Tout ce qu'ensemble elle avait joint;
Et le ciel regardait la carcasse superbe
Comme une fleur s'épanouir.
La puanteur était si forte, que sur l'herbe
Vous crûtes vous évanouir.
Les mouches bourdonnaient sur ce ventre putride,
D'où sortaient de noirs bataillons
De larves, qui coulaient comme un épais liquide
Le long de ces vivants haillons.
Tout cela descendait, montait comme une vague
Ou s'élançait en pétillant;
On eût dit que le corps, enflé d'un souffle vague,
Vivait en se multipliant.
Et ce monde rendait une étrange musique,
Comme l'eau courante et le vent,
Ou le grain qu'un vanneur d'un mouvement rythmique
Agite et tourne dans son van.
Les formes s'effaçaient et n'étaient plus qu'un rêve,
Une ébauche lente à venir
Sur la toile oubliée, et que l'artiste achève
Seulement par le souvenir.
Derrière les rochers une chienne inquiète
Nous regardait d'un oeil fâché,
Epiant le moment de reprendre au squelette
Le morceau qu'elle avait lâché.
— Et pourtant vous serez semblable à cette ordure,
À cette horrible infection,
Etoile de mes yeux, soleil de ma nature,
Vous, mon ange et ma passion!
Oui! telle vous serez, ô la reine des grâces,
Apres les derniers sacrements,
Quand vous irez, sous l'herbe et les floraisons grasses,
Moisir parmi les ossements.
Alors, ô ma beauté! dites à la vermine
Qui vous mangera de baisers,
Que j'ai gardé la forme et l'essence divine
De mes amours décomposés!"
— Charles Baudelaire
Ce beau matin d'été si doux:
Au détour d'un sentier une charogne infâme
Sur un lit semé de cailloux,
Les jambes en l'air, comme une femme lubrique,
Brûlante et suant les poisons,
Ouvrait d'une façon nonchalante et cynique
Son ventre plein d'exhalaisons.
Le soleil rayonnait sur cette pourriture,
Comme afin de la cuire à point,
Et de rendre au centuple à la grande Nature
Tout ce qu'ensemble elle avait joint;
Et le ciel regardait la carcasse superbe
Comme une fleur s'épanouir.
La puanteur était si forte, que sur l'herbe
Vous crûtes vous évanouir.
Les mouches bourdonnaient sur ce ventre putride,
D'où sortaient de noirs bataillons
De larves, qui coulaient comme un épais liquide
Le long de ces vivants haillons.
Tout cela descendait, montait comme une vague
Ou s'élançait en pétillant;
On eût dit que le corps, enflé d'un souffle vague,
Vivait en se multipliant.
Et ce monde rendait une étrange musique,
Comme l'eau courante et le vent,
Ou le grain qu'un vanneur d'un mouvement rythmique
Agite et tourne dans son van.
Les formes s'effaçaient et n'étaient plus qu'un rêve,
Une ébauche lente à venir
Sur la toile oubliée, et que l'artiste achève
Seulement par le souvenir.
Derrière les rochers une chienne inquiète
Nous regardait d'un oeil fâché,
Epiant le moment de reprendre au squelette
Le morceau qu'elle avait lâché.
— Et pourtant vous serez semblable à cette ordure,
À cette horrible infection,
Etoile de mes yeux, soleil de ma nature,
Vous, mon ange et ma passion!
Oui! telle vous serez, ô la reine des grâces,
Apres les derniers sacrements,
Quand vous irez, sous l'herbe et les floraisons grasses,
Moisir parmi les ossements.
Alors, ô ma beauté! dites à la vermine
Qui vous mangera de baisers,
Que j'ai gardé la forme et l'essence divine
De mes amours décomposés!"
— Charles Baudelaire
domingo, 12 de abril de 2009
Meus velhos amigos
Viver o impossível, sempre foi nossa meta.
Fizemos de tudo para saborear cada pedacinho daquilo que a vida podia nos oferecer. Corremos, gritamos (muito), brigamos, oramos, choramos, estudamos, dançamos, cantamos, rimos, amamos (e como nós amamos)...
Nós não dávamos (e ainda não damos) importância à situação do planeta. Aprendemos que o futuro da humanidade está em nossas mãos, mas o futuro de cada um sempre foi mais importante...
A sociedade há de nos cobrar uma "identidade" através da qual vamos ser eternizados, e o fará diante do nosso passado dito insípido.
Nossa geração não "produziu" nenhum herói, não trangrediu regras sociais, vivemos exclusivamente para nós mesmos. A maior das nossas vitórias, de encontro ao que se pensa, foi a liberdade de pensamento que gozamos. Podemos pensar o que quisermos, livres de qualquer responsabiliadade. Mas o pensamento sozinho não transforma. É necessário que esse pensamento se torne real. Eis a nossa batalha.
Nós, que descobrimos que o passado não existe e o futuro é agora, temos a obrigação de defender e tornar real a verdade que cativamos.
Sejamos aquilo que nos fizemos ser!
Fizemos de tudo para saborear cada pedacinho daquilo que a vida podia nos oferecer. Corremos, gritamos (muito), brigamos, oramos, choramos, estudamos, dançamos, cantamos, rimos, amamos (e como nós amamos)...
Nós não dávamos (e ainda não damos) importância à situação do planeta. Aprendemos que o futuro da humanidade está em nossas mãos, mas o futuro de cada um sempre foi mais importante...
A sociedade há de nos cobrar uma "identidade" através da qual vamos ser eternizados, e o fará diante do nosso passado dito insípido.
Nossa geração não "produziu" nenhum herói, não trangrediu regras sociais, vivemos exclusivamente para nós mesmos. A maior das nossas vitórias, de encontro ao que se pensa, foi a liberdade de pensamento que gozamos. Podemos pensar o que quisermos, livres de qualquer responsabiliadade. Mas o pensamento sozinho não transforma. É necessário que esse pensamento se torne real. Eis a nossa batalha.
Nós, que descobrimos que o passado não existe e o futuro é agora, temos a obrigação de defender e tornar real a verdade que cativamos.
Sejamos aquilo que nos fizemos ser!
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